Sobre o Mês do Teatro


O Mês do Teatro decorre entre os dias de 1 e 31 de outubro 2021 numa Coprodução entre a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e as estruturas Alma D´Arame, Projecto Ruinas, Universidade Sénior, Trimagisto e Theatron – Associação Cultural.

Esta edição vem, mais uma vez, fortalecer a parceria existente entre o Município e as várias estruturas sediadas em Montemor com trabalho na área do teatro e proporcionar uma oferta cultural diversificada, abrangente, aberta a toda a comunidade e distribuída por todo o concelho.

Durante o mês do teatro destacam-se as estreias da associação Alma D’Arame com o espetáculo com Apolo descapotável, do Projecto Ruinas com a apresentação de Function, da Cooperativa Trimagisto que apresentará No dia seguinte ninguém morreu e da Universidade sénior que estreará Segreis à volta das palavras.

A par destas estreias, serão realizadas apresentações de várias estruturas parceiras das associações com apoio Direção Geral das artes, da Associação Theatron, da jovem criadora Catarina Caetano, da Associação Algures. O Município promoverá também alguns espetáculos através da extensão das redes culturais a que pertence e de programação própria.

Além das atividades que decorrem no mês de outubro, este projeto prevê a realização de algumas apresentações ainda em setembro que visam a promoção do mesmo.

Bilhetes


Bilhetes disponíveis no Posto de turismo de Montemor-o-Novo e em:

https://municipiomontemoronovo.bol.pt/


logo festival de teatro

23

Espetáculos

Teatro

PROGRAMA


Espetáculos
24 de setembro - Sexta
2 sessões Manhã e tarde | Levantei-me do Chão - Lado B de Carlos Marques M/12
Trimagisto
Cineteatro Curvo Semedo
Levantei-me do Chão - Lado B de Carlos Marques M/12

Sinopse

 

LADO B - LEVANTEI-ME DO CHÃO é uma versão reduzida e simplificada estética e tecnicamente do espetáculo LEVANTEI-ME DO CHÃO de Carlos Marques / LADO B - LEVANTEI-ME DO CHÃO é uma versão reduzida e simplificada estética e tecnicamente do espetáculo LEVANTEI-ME DO CHÃO de Carlos Marques, estreado em Outubro de 2015.

Levantei-me do chão é um concerto-teatral capaz de se adaptar a vários espaços. Construído inicialmente para teatros, tem sido apresentado em diversos locais sempre em itinerância, sofrendo várias adaptações. Neste momento existem duas versões: A versão integral LEVANTEI-ME DO CHÃO; e a versão B, o LADO B, como se de um vinil ou de uma cassete se tratasse, que poderão ver e ouvir nesta proposta.

O LADO B é um concerto informal, onde se contam algumas das histórias do livro Levantado do Chão de José Saramago e cantam-se músicas inspiradas pelo mesmo e pelos grandes canta autores portugueses: Zeca, Zé Mário, Fausto, Sérgio Godin-ho... entre tantos outros.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

 

/CRIAÇÃO, COLAGEM DE TEXTOS, COMPOSIÇÃO MUSICAL e INTERPRETAÇÃO › Carlos Marques /COMPOSIÇÃO MUSICAL › João Bastos

/VÍDEO › Rodolfo Pimenta

/FOTOGRAFIA › Município de Montemor-o-Novo

/PRODUÇÃO › Trimagisto

/Duração › Aprox. 45 minutos

/Público Alvo › Público em geral

25 de setembro - sábado (divulgação do mês do teatro)
9,30h | Agostinho e Felicidade pela companhia Boca de Cão (Para todos)
Alma d'Arame
Mercado Municipal

Sinopse

 

Na colheita de flores e plantas medicinais, um casal de velhotes castiços e especiais, perde-se da sua aldeia estimada, interagindo com o público de forma inesperada, tentam a todo o custo encontrar o caminho de volta a casa.

Através de improvisação e de marionetas que se fundem com o ator, estes personagens itinerantes animam qualquer tipo de evento, festa ou espaço público.

Animação de rua deambulante de interação com o público. Deverá ser realizada preferencialmente durante o período diurno e sempre que as condições de iluminação e climatéricas o permitirem.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

Criação e interpretação

Hugo Ribeiro e Muni Joana Domingos

Espetáculo de rua deambulante - 45 min. Marionetas humanas. Todas as idades

1 outubro - Sexta
21,30h | Stand Down por Ángel Fragua M/12
Projecto Ruínas
Cineteatro Curvo Semedo
Stand Down por Ángel Fragua M/12

Sinopse

“Stand Down” não é “up”, é outra coisa. São as memórias de um

homem, as reais e as outras. São as lembranças de infância com os

olhos de agora. São os primeiros silêncios, que viram falar mais alto

do que as mais sonoras palavras. Uma viagem no palco entre

Espanha e Portugal, numa miscelânea de sentimentos conduzida

pelo ator Ángel Fragua.

“Stand Down” é um espectáculo para rir, sorrir, ficar sério, até

chorar, se for o caso. Um espectáculo a solo, sem grandes recursos

cénicos, onde a palavra assume especial importância e onde as

experiências pessoais do ator se cruzam com as experiências de

uma outra pessoa que não está em palco. Entre a realidade e a

ficção, “Stand Down” convida o público a deixar-se levar pela

dúvida da veracidade do que ouve.

Partindo de dois contos de Félix Albo, “Secretos de Familia” e

“Un Roble en un Cementerio”, Ángel mostra-nos neste “Stand

Down” porque razão morrer de amor pode ser só o inicio de uma

estória. Porque “Stand Down” é a Vida ali à espreita e o riso, por

vezes, do avesso.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

Uma criação de Ángel Fragua a partir de dois contos de Félix Albo

Encenação: Mara Correia

Fotografia de cena e cartaz: O Revelador

Design de cartaz: Paulo Araújo

Produção: Inquieta – Produção e Comunicação Cultural

Duração: 60 minutos

Classificação Etária: M/12 Registo nº 432/2017

2 outubro - sábado
21,30h | Contar às Abelhas por Susana Cecílio
Algures
Cineteatro Curvo Semedo
Contar às Abelhas por Susana Cecílio

Sinopse

Imprimimos as nossas identidades na palavra, por isso revemo-nos no teatro narrativo. Contamos às abelhas, porque dizem que são elas as mensageiras entre o mundo trivial e o mundo espiritual. Estes bichos pequeninos, tal como o teatro, são essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas e fazem-nos lembrar a importância das pequenas acções, dos detalhes e da força do colectivo, sem elas e o seu trabalho microscópio, o mundo extingue-se, tal como a civilização se extinguirá na ausência da arte, esse legado microscópio. É narrando, ouvindo e acreditando em histórias que resignificamos a realidade e produzimos sentido e coesão social na comunidade. “Contar às abelhas” ao mesmo tempo que sintetiza, expande o símbolo, a acção e o discurso por um mundo mais lúdico e empático.

Este espectáculo de teatro narrativo encontra na lenda Celta de contar às abelhas, o propósito da oralidade nos tempos de hoje. Dela fazem-se novas narrativas para atravessarem os tempos, tal como as mitologias, as lendas e as fábulas o atravessaram. O teatro narrativo encontra na palavra a possibilidade de re-invenção da realidade e na relação com o público - uma relação horizontal e democrática - a possibilidade de reinvenção da polis. Proporciona um tipo diferenciado de experiência e para isto busca, além do espaço do teatro, espaços diferenciados e contextos menos evidentes.

Da simbologia destes pequenos seres voadores, sábios e multiplicadores parte a reflexão sobre a arte, sua resistência e ‘inutilidade’. Do jogo dramatúrgico entre fontes da oralidade e do texto escrito, parte fundamental da linguagem que a Algures tem vindo a pesquisar desde a sua fundação, nasce o fio dramatúrgico deste espectáculo na qual a mitologia indígena brasileira funde-se à lenda Celta e a textos contemporâneos.

 

FICHA TÉCNICA E ARTISTICA

Criação: Susana Cecílio

Interpretação: Poliana Tuchia e Susana Cecílio

Espaço Sonoro: Poliana Tuchia

Espaço Cénico e desenho de luz: Nuno Borda de Água

Design: Susana Malhão

Produção: Algures

7 a 9 de outubro - quinta a sábado
21,30h | Apolo descapotável pela Alma D'Arame - ESTREIA
Alma d'Arame
Cineteatro Curvo Semedo
Apolo descapotável pela Alma D'Arame - ESTREIA

Sinopse

Caminhamos pelo tecto, como se fosse um campo vasto. Faetonte no seu Apolo Descapotável, fulminante e amarelo, encontra-se suspenso entre o Céu e a Terra; em queda, muito lenta e contínua.

Faetonte procura o original do retrato mágico, naufragado, o retrato de todas as cores e tamanhos, o retrato do seu amor, uma cópia muito melhor do que o original: “comprometo-me a fazer investimentos gigantes!”. Há conspirações que mudam os nomes dos Planetas e transformam os Homens.

O Precipício revela-se sobre um Céu incendiado e luminoso, o ar inflamado faz desaparecer as sombras e a Terra, ainda que seja plana, até parece côncava. São ambições que não são terrenas, são siderais.

E nós cruzamos as mãos debaixo dos braços. Somos os espectadores da Catástrofe.

O Precipício espera agora, haverá sempre um para sempre à nossa frente, e tudo isto é definitivamente ou provavelmente verdade.

FICHA TÉCNICA E ARTISTICA

Encenação e Cenografia: Amândio Anastácio e Paulo Oliveira
Texto: Paulo Oliveira [a partir d’O Precipício de Faetonte, 1783, de António José da Silva]
Interpretação: Jorge Serena e Paulo Quedas
Música: João Bastos
Desenho de Luz e Montagem: João Sofio
Construção de Cenário: Decor Galamba, Lda.
Costureira: Susana Oliveira
Produção Executiva: Bernardo Xavier
Comunicação, Difusão e Circulação: João Murteira
Gestão Administrativa: Pé de Cabra
Assessoria de Imprensa: Rita Costa [HORA, Marketing e Comunicação]
Redes Sociais e Plataformas Digitais: João Murteira
Website: João Simões [DWP – Digital Workplace]
Fotografia: Tiago Fróis
Design: João Murteira
Vídeo e Teaser: Pedro Grenha [Cooperativa CAL]
Co-Produção: Teatro Ibérico

9 de Outubro -Sábado
21,30h | Histórias no Feminino pela AC Theatron M/12
Theatron Associação cultural
Grupo União Sport Sancristovense
Histórias no Feminino pela AC Theatron M/12

Sinopse

A vida é feita de muitas histórias. Histórias que guardamos na memória, que atravessam connosco o tempo e que fazem parte de nós; ou que vão sendo construídas ao longo dos dias que vamos vivendo. Histórias que nos moldam a sensibilidade com que olhamos o mundo e os outros e que são reveladoras daquilo que somos.

Num tempo adverso que nos obriga ao recolhimento e à valorização do “ser” em detrimento do “ter” este exercício, que se quis simples e despretensioso, é uma pequena viagem introspetiva feita através de histórias contadas no feminino, com gente dentro delas, compostas de objetos, de gestos, de lugares, de sons, cheiros e cores.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Participação: Ana Filipa Galeano, Beatriz Silva, Helena Mateus, Joana Silveira, Mónica Bengalinha, Rosa Souto Armas, Sofia Sampaio Rosado, Susana Garcia e Maria João Crespo

13 de outubro - quarta feira
21,30h | A Curiosidade dos Anjos pel'A Bruxa Teatro M/12
Alma d'Arame
Cineteatro Curvo Semedo

'A Curiosidade dos Anjos', de François CERVANTÈS

Estamos de regresso.

Neste tempo de incerteza, regressar é um acto de resiliência e de alguma esperança.

Que o público nos não abandone. Que a sua presença seja o sinal do regresso a uma

normalidade possível.

Sem receio, mas com os devidos cuidados.

Em 'A Curiosidade dos Anjos', procuramos o homem, na sua mais ínfima perplexidade e,

ao mesmo tempo, expiar o medo do outro, aceitando-o.

Regressamos, apesar das sérias contingências impostas, ao que sabemos e queremos

fazer: proporcionar um pouco de sentido e de beleza à existência.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

Tradução de JOANA Caspurro

Encenação de Figueira CID

Espaço cénico e figurinos de CATARINA Cid

Violino com ANDREIA Vaz

Com DUARTE Banza e ELSA Pinho

Imagem do espectáculo ROSA Ramos

Professora de russo SVITLANA KARPOVA

Montagem e operação de luz CARLOS Mavioso

Tela: a partir de Tarantula Nebula, NASA, ESA, E. Sabbi (STScl)

Assistente de produção CAMILLE Oliveira

Agradecimentos João PITEIRA | António REBOCHO

M/12A

'a bruxa TEATRO' 38ª Produção

14 de outubro -sexta feira
11,00h | Peek a Boo de Catarina Caetano M/6
CMMN
Escoural - publico escolar
Peek a Boo de Catarina Caetano M/6

Sinopse

Mais de um quinto dos portugueses sofre de perturbação psiquiátrica, grave, de gravidade moderada e de gravidade ligeira..

É muita gente avariada da corneta... Não sou expert no assunto, googlei!

Em dias cinzentos, em que tanto se fala de baboseiras e disparates, porque

não pensar nisto?

Mas não é para isto que aqui estamos... Ou será? Quem sois vós para apontar

o dedo?

Eu comia macacos do nariz aos 13 anos, e ainda hoje durmo de luz acesa!

Para não falar dos borbotos nos casacos de malha!

E tu? Jogas comigo?

Peek-a-Boo, um espetáculo sem grande sentido, carregado de sentimento, que

pretende apenas espicaçar mentes... Antes isso que picar miolos!

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Co- Criação_ Catarina Caetano e Nuno Borda de Água

Apoio_ Município de Montemor-o-Novo, Inestética Associação Cultural de Novas Ideias

Fotografias de cena_ Município de Montemor-o-Novo

15 de Outubro - Sexta Feira
21,30h | Histórias no Feminino pela AC Theatron M/12
Theatron Associação cultural
Casa de Cultura e Recreio do Ciborro - Ciborro
Histórias no Feminino pela AC Theatron M/12

Sinopse

A vida é feita de muitas histórias. Histórias que guardamos na memória, que atravessam connosco o tempo e que fazem parte de nós; ou que vão sendo construídas ao longo dos dias que vamos vivendo. Histórias que nos moldam a sensibilidade com que olhamos o mundo e os outros e que são reveladoras daquilo que somos.

Num tempo adverso que nos obriga ao recolhimento e à valorização do “ser” em detrimento do “ter” este exercício, que se quis simples e despretensioso, é uma pequena viagem introspetiva feita através de histórias contadas no feminino, com gente dentro delas, compostas de objetos, de gestos, de lugares, de sons, cheiros e cores.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Participação: Ana Filipa Galeano, Beatriz Silva, Helena Mateus, Joana Silveira, Mónica Bengalinha, Rosa Souto Armas, Sofia Sampaio Rosado, Susana Garcia e Maria João Crespo

15 de outubro -sexta feira
15,00h ou 17,00h | Peek a Boo de Catarina Caetano M/6
CMMN
cortiçadas - publico escolar
Peek a Boo de Catarina Caetano M/6

Sinopse

Mais de um quinto dos portugueses sofre de perturbação psiquiátrica, grave, de gravidade moderada e de gravidade ligeira..

É muita gente avariada da corneta... Não sou expert no assunto, googlei!

Em dias cinzentos, em que tanto se fala de baboseiras e disparates, porque

não pensar nisto?

Mas não é para isto que aqui estamos... Ou será? Quem sois vós para apontar

o dedo?

Eu comia macacos do nariz aos 13 anos, e ainda hoje durmo de luz acesa!

Para não falar dos borbotos nos casacos de malha!

E tu? Jogas comigo?

Peek-a-Boo, um espetáculo sem grande sentido, carregado de sentimento, que

pretende apenas espicaçar mentes... Antes isso que picar miolos!

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Co- Criação_ Catarina Caetano e Nuno Borda de Água

Apoio_ Município de Montemor-o-Novo, Inestética Associação Cultural de Novas Ideias

Fotografias de cena_ Município de Montemor-o-Novo

16 de outubro - Sábado
21,30h | O Sr. Moedas quer ver o Mundo pela companhia João Garcia Miguel M/12
Alma d'Arame
Cineteatro Curvo Smeedo

Sinopse

Tudo começou no Cairo onde fui abordado por um amigo holandês. O propósito: a Europa e o teatro. Como pode o teatro servir de instrumento para os caminhos do mundo se abrirem e multiplicarem? Pode o teatro contar a história da Europa do ponto de vista de um alentejano português de Beja? A Europa futura será feita de muitas histórias que ainda estão por contar. Este é um projecto acerca dessas histórias. Nasceu, não por acaso, na Holanda onde os holandeses passam o tempo a questionar a Europa e em geral

as políticas dos políticos holandeses. Desceu agora para Portugal, Itália, Roménia e Letónia encontrando aí novos parceiros e novas histórias. Será um projecto sobre os Europeus e as suas múltiplas visões e identidades em diálogo. Entrevistámos o actual comissário português em Bruxelas o Engenheiro Carlos Moedas. Partimos em busca de homens e mulheres que sonham e ou sonharam com um mundo diferente. As suas histórias, emoções

e ideias são as fontes do espectáculo, que se deseja como um momento de abertura. Um instante de reflexão sobre os muitos nós de que a Europa se faz. Esse será o lugar e o tempo que buscamos para esta obra despida sobre homens e mulheres de carne e osso.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

Texto | João Garcia Miguel

Espaço cénico e direcção | João Garcia Miguel

Interpretação | Sara Ribeiro

Figurinos | Rute Osório de Castro

Iluminação e Técnica | Roger Madureira

Direcção de produção | Georgina Pires

Assessoria de Imprensa | The Square

Imagem Fotográfica | Mário Campos Raínha

Agradecimentos | Eng. Carlos Moedas

Dr. Alfredo Sousa

Paulo Barriga

Filipa Figueiredo

Alma d’Arame

Amândio Anastácio

17 de outubro - Domingo
15,00h | Onirotóptero pela Trupe Fandanga (para todos)
Alma D'Arame
Jardim Público

ONIROTÓPTERO

De Sandra Neves / Trupe Fandanga

 

Um universo pequenino

com um pequeno ser,

na árvore mais alta da floresta.

O corpo é pequeno,

as asas são ainda mais pequenas.

A utopia é grande.

Voar

 

Ornitópteros são máquinas que imitam o voo dos pássaros.

Onirotóptero é um micro acontecimento de marionetas em miniatura.

Durante 7 minutos, Oniro luta para maquinar a fuga do seu refúgio.

 

Onirotóptero é um espectáculo de marionetas na linha do teatro de Lambe-Lambe.

É apresentado para apenas uma ou duas pessoas de cada vez durante aproximadamente 7 minutos. O cenário é uma caixa ambulante que pode estar em qualquer espaço. Os espectadores são convidados a sentar se em pequenos bancos com auscultadores, intimamente ligados à performance e ao marionetista. É um espectáculo sem palavras para todo o público. Entre cada apresentação, são necessários 3 minutos de preparação para a apresentação seguinte.

As sessões podem ser feitas de forma contínua durante um periodo máximo de 3 horas, ou intercaladas nos horários mais convenientes.

É um espectáculo autónomo sem necessidades técnicas.

Em contexto de festival pode ser um ajudante para conduzir o público.

 

A Trupe Fandanga nasce no Porto em 2014 e faz a sua primeira apresentação num WIP do Festival de Marionetas do Porto com o Botequim, Nesse mesmo ano

Pretende ser um espaço de pesquisa na construção e manipulação de marionetas e objectos. Procura trabalhar a marioneta fora do espaço convencional de representação e tem especial carinho por espectáculos intimistas e de pequena escala.

Onirotóptero, tem estreia em Outubro de 2019 no Figaia, e caminha já no limite do micro espectáculo de pequena duração.

 

Concepção e manipulação: Sandra Neves

Música: Psyjar

Produção Trupe Fandanga.

Apoio produção: Circolando

17 de outubro - Domingo
15,00h | Peek a Boo de Catarina Caetano M/6
CMMN
Largo Dr. Pascoal Coelho - Cabrela
Peek a Boo de Catarina Caetano M/6

Sinopse

Mais de um quinto dos portugueses sofre de perturbação psiquiátrica, grave, de gravidade moderada e de gravidade ligeira..

É muita gente avariada da corneta... Não sou expert no assunto, googlei!

Em dias cinzentos, em que tanto se fala de baboseiras e disparates, porque

não pensar nisto?

Mas não é para isto que aqui estamos... Ou será? Quem sois vós para apontar

o dedo?

Eu comia macacos do nariz aos 13 anos, e ainda hoje durmo de luz acesa!

Para não falar dos borbotos nos casacos de malha!

E tu? Jogas comigo?

Peek-a-Boo, um espetáculo sem grande sentido, carregado de sentimento, que

pretende apenas espicaçar mentes... Antes isso que picar miolos!

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Co- Criação_ Catarina Caetano e Nuno Borda de Água

Apoio_ Município de Montemor-o-Novo, Inestética Associação Cultural de Novas Ideias

Fotografias de cena_ Município de Montemor-o-Novo

19 de outubro - Terça Feira
21,30h | Paradjanov - a celebração da vida pela ASTA M/12
Alma d'Arame
Sociedade Carlista

Sinopse:

A beleza vai salvar o mundo…. 

Dizem que um homem não deve expor o seu amor em praça pública, EU, respondo o contrário – Não há nada melhor, mais puro e mais digno que se possa expor, do que o amor!

Chamaram-me louco, degenerado… negaram-me tudo, tudo!

Dizem que sou um criminoso, pois guiaram-se apenas pelas aparências que fabricaram e pela deturpação dos meus sonhos… retalharam-me o corpo e a alma com os seus punhais de mentiras…

A minha vingança é o amor. Conseguem ouvir-me? Ouvem-me bem? A minha vingança é o amor. Luzes. Câmara. Ação!

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

Pati Domenech: Dramaturgia e Direção

Rui Pires: Assistente de Direção

Sérgio Novo: Ator

Maria do Carmo Teixeira: Atriz vídeo

Maria Vidal: Atriz vídeo

Narine Grigoryan: Atriz vídeo

André Costa: Tradução Espanhol-Português

Lilit Mnatsakanyan: Tradução Espanhol-Arménio_ Coordenação Internacional

João Morais Inácio: Realização vídeo

Gagik Madoyan: Diretor Técnico

Aureo Gomez: Fotografia

Pedro Fonseca: Responsável Técnico

Paula Roca: Guarda Roupa

Marianna Mkhitaryan - Festival Armmono – Armenia: Colaboração Especial

Projeto Financiado por: Ministério da Cultura – Direção Geral das Artes

Apoio à Circulação: Fundação Calouste Gulbenkian

Coprodução: Abrego Teatro_ La Teatrería_ Festival Internacional Solo Tú

Apoios: Câmara Municipal da Covilhã_ Instituto Português do Desporto e Juventude

Agradecimentos: @rroba Tapas & Wine bar_ Coolabora_ Cruz Vermelha – Delegação da Covilhã_  New Hand Lab_ Megerian Carpet_ Museu de Arte Sacra da Covilhã_ M4M Productions

Idiomas: Português_ Espanhol_ Arménio

Duração: 55 minutos

Classificação: M/12

21 e 22 de outubro - quinta e sexta
21,30h | No dia seguinte ninguem morreu pela Trimagisto cooperativa de experimentação teatral - ESTREIA
Trimagisto
Cineteatro Curvo Semedo
No dia seguinte ninguem morreu pela Trimagisto cooperativa de experimentação teatral - ESTREIA

Nova Criação 2021 | NO DIA SEGUINTE NINGUÉM MORREU de Carlos Marques

No dia seguinte ninguém morreu é um espetáculo-concerto que cruza o romance "As intermitências da Morte" de Saramago, com o universo tradicional português, no qual a figura da Morte se nos apresenta na figura de uma mulher que dá e que tira a vida. É, pois, a partir dessa figura que inauguramos um texto volátil. Socorremo-nos das representações da morte no contexto literário português para falar da sobrevivência da arte, encetando-se um verdadeiro diálogo entre narração e música. Por distração, timidez ou determinação, o violinista (representação da arte) não morre, após as várias tentativas da Morte lhe chegar.

 

SINOPSE

No dia seguinte ninguém morreu.

A morte faz greve e não aparece. Ou, melhor, não se sabe dela.

Talvez tenha partido para uma reflexão de força maior. Quem sabe? E agora?

Ninguém morre. E sem a morte o sistema como o conhecemos entra em

falência. Seguradoras, bancos, agências, hospitais, enfim, todos os negócios

que têm interesses económicos que provém da morte parecem colapsar,

tal como numa pandemia...

Só que a morte regressa, talvez farta da greve. Não se sabe bem. Regressa e, com ela, a normalidade ou uma nova normalidade: ela decide que não é justo aparecer sem avisar. Então, a morte envia uma carta, antes, para que o destinatário da missiva se possa apaziguar com os seus.

Só que há um dia – há sempre um dia -  que uma carta é devolvida, uma e outra vez. Intrigada com aquela situação a morte propõe-se a averiguar quem é o sujeito que se recusa a receber a sua carta. Depara-se com um artista, um violinista, meio ausente, abstraído de tudo no seu mundo interior. A morte, então, personifica-se de mulher e decide ir ver um concerto ao teatro. O que a morte não podia prever é que se apaixonasse pela música, pelo violinista e pela arte! E no dia seguinte ninguém morreu.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

CRIAÇÃO Carlos Marques TEXTO Carlos Marques e Jorge Palinhos INTERPRETAÇÃO Carlos Marques, Chissangue Afonso, Lúcia Caroço, Filipa Jaques/Joana Calhau e Pedro Moreira FIGURINOS E CENOGRAFIA Chissangue Afonso COMPOSIÇÃO MUSICAL Carlos Marques ARRANJOS MUSICAIS Pedro Moreira VÍDEO André Tasso DESENHO DE LUZ Pedro Bilou OPERAÇÃO TÉCNICA Pedro Bilou e Pedro Moreira EXECUÇÃO DE FIGURINOS: Luísa Sousa FOTOGRAFIA DE CENA Joana Calhau PRODUÇÃO Alexandra de Jesus DESIGN Susana Malhão COMUNICAÇÃO Sira Camacho

 

Produção TRIMAGISTO

Coprodução Município de Montemor-o-Novo e Câmara Municipal de Évora

Apoios Junta de Freguesia de Cabrela e Fundação José Saramago

Projeto Financiado por Fundo Fomento Cultural | Direção Geral das Artes | Ministério da Cultura

22 de outubo - sexta-feira
21,30h | Histórias no Feminino pela AC Theatron M/12
Theatron Associação cultural
Centro Cultural de Foros de Vale de Figueira
Histórias no Feminino pela AC Theatron M/12

Sinopse

A vida é feita de muitas histórias. Histórias que guardamos na memória, que atravessam connosco o tempo e que fazem parte de nós; ou que vão sendo construídas ao longo dos dias que vamos vivendo. Histórias que nos moldam a sensibilidade com que olhamos o mundo e os outros e que são reveladoras daquilo que somos.

Num tempo adverso que nos obriga ao recolhimento e à valorização do “ser” em detrimento do “ter” este exercício, que se quis simples e despretensioso, é uma pequena viagem introspetiva feita através de histórias contadas no feminino, com gente dentro delas, compostas de objetos, de gestos, de lugares, de sons, cheiros e cores.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Participação: Ana Filipa Galeano, Beatriz Silva, Helena Mateus, Joana Silveira, Mónica Bengalinha, Rosa Souto Armas, Sofia Sampaio Rosado, Susana Garcia e Maria João Crespo

23 de outubro - sábado
16,00h | Segréis à Roda das Palavras pela Universidade Sénior de Montemor-o-Novo
Universidade Sénior
Convento S. Domingos
Segréis à Roda das Palavras pela Universidade Sénior de Montemor-o-Novo

Apresentação do Projeto

O Grupo de Teatro da Universidade Sénior do G.A.M. gostaria de participar no Festival de Teatro de Montemor que decorrerá em Outubro, tendo escolhido o espaço do Convento de S.Domingos para a apresentação pública do seu trabalho denominado “Segréis à Roda das Palavras”, em que participarão cerca de quinze alunos da nossa Universidade. O conceito do projeto foi criado em conjunto pelo Professor Vitor Guita e pela Professora Sofia Romão que tem a seu cargo a direção do mesmo. A data para a sua apresentação pública seria 23 ou 24 de Outubro do presente ano, pelas 16H00.

Não podemos deixar de ter em linha de conta a hipótese da apresentação pública vir a  ser inviabilizada por questões de força maior, nomeadamente pela questão pandémica. Nesse caso, propomo-nos construir um documento em suporte digital, cujo conteúdo mostrará todo o trabalho desenvolvido,  de forma a poder ser apresentado através da plataforma zoom.

 

Sinopse

O trabalho a desenvolver foca-se no combate ao isolamento social dos alunos  através de exercícios de voz e de expressão corporal que os empoderará na leitura de textos em prosa e poesia , o que lhes permite o contacto com os autores e o enriquecimento da sua bagagem cultural.

Os textos  a apresentar serão de autores portugueses e ditos em formação de Segrel, provavelmente com introduções musicais.

 

23 de outubro - sábado
20,30h | Migrar pela amarelo silvestre M/16
CMMN
Ruas da cidade
Migrar pela amarelo silvestre M/16

Sinopse

Chegar. Caminhar. Olhar e ver.

Dar tempo para o espaço se tornar lugar.

Ter vontade de errar em dose dupla: andar ao acaso e ir pelo caminho errado.

Caminhar para habitar o mundo. E para nos habitarmos de mundo.

Caminhar para ser.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

Direcção Artística Fernando Giestas e Rafaela Santos

Orientação dos percursos Fernando Giestas, Rafaela Santos e Rita Camões

Gestão Financeira Susana Loio

Design e Comunicação Ana Verónica

Criação e Produção Amarelo Silvestre

Classificação Etária M/16

Lotação 14 pax

Duração 120 min + 60 min (percurso + partilha)

23 de outubro - sábado
21,30h | Function - ensaio aberto Projeto Ruinas
Projecto Ruínas
Centro Cultural Recretivo Popular 1º de Maio - S. Geraldo
Function - ensaio aberto Projeto Ruinas

Sinopse

Dividido em três partes, "Function ou A função" retrata o universo de três personagens que se transformam gradualmente em monstros. Primeira parte: um homem trabalha num pequeno escritório ou departamento onde desempenha uma função inútil qualquer, daquelas que os novos tempos tornaram obsoleta. Uma noite, durante o turno, o funcionário adormece. Quando acorda está transformado num monstro. Fica assustado e profundamente envergonhado. Os colegas reparam mas não estranham. O tempo passa e a transformação torna-se permanente.

A segunda e terceira parte retratam o mesmo fenómeno em personagens diferentes.

 

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

CONCEPÇÃO E ENCENAÇÃO Francisco Campos

INTERPRETAÇÃO Catarina Caetano, Francisco Campos e Miguel Antunes

DESENHO DE LUZ Paulo Vargues | João Sofio

AMBIENTE SONORO João Bastos

FIGURINOS Andreia Rocha

REGISTO E EDIÇÃO Rodolfo Pimenta

GRAFISMO Miguel Rocha

PRODUÇÃO Catarina Caetano e Inês Abrunhosa | Projecto Ruínas

FINANCIAMENTO - MC – Direção Geral das Artes , Município de Montemor-o-Novo

APOIO Oficinas do Convento, CAPA DeVir, LARGO Residências, Teatro Ibérico, Inestética Associação Cultural de Novas Ideias, TeatroMosca, Centro Cultural Malaposta

 

Classificação proposta: M/12

Duração: sem informação

 

28 a 30 de outubro - quinta a sábado
21,30h | Function pelo Projecto Ruínas - ESTREIA
Projecto Ruínas
Cineteatro Curvo Semedo
Function pelo Projecto Ruínas - ESTREIA

Sinopse

Dividido em três partes, "Function ou A função" retrata o universo de três personagens que se transformam gradualmente em monstros. Primeira parte: um homem trabalha num pequeno escritório ou departamento onde desempenha uma função inútil qualquer, daquelas que os novos tempos tornaram obsoleta. Uma noite, durante o turno, o funcionário adormece. Quando acorda está transformado num monstro. Fica assustado e profundamente envergonhado. Os colegas reparam mas não estranham. O tempo passa e a transformação torna-se permanente.

A segunda e terceira parte retratam o mesmo fenómeno em personagens diferentes.

 

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

CONCEPÇÃO E ENCENAÇÃO Francisco Campos

INTERPRETAÇÃO Catarina Caetano, Francisco Campos e Miguel Antunes

DESENHO DE LUZ Paulo Vargues | João Sofio

AMBIENTE SONORO João Bastos

FIGURINOS Andreia Rocha

REGISTO E EDIÇÃO Rodolfo Pimenta

GRAFISMO Miguel Rocha

PRODUÇÃO Catarina Caetano e Inês Abrunhosa | Projecto Ruínas

FINANCIAMENTO - MC – Direção Geral das Artes , Município de Montemor-o-Novo

APOIO Oficinas do Convento, CAPA DeVir, LARGO Residências, Teatro Ibérico, Inestética Associação Cultural de Novas Ideias, TeatroMosca, Centro Cultural Malaposta

 

Classificação proposta: M/12

Duração: sem informação

 

29 de outubro - sexta
21,30h | Levantado do Chão - Lado B de Carlos Marques M/12
Trimagisto
Lavre
Levantado do Chão - Lado B de Carlos Marques M/12

Sinopse

 

LADO B - LEVANTEI-ME DO CHÃO é uma versão reduzida e simplificada estética e tecnicamente do espetáculo LEVANTEI-ME DO CHÃO de Carlos Marques / LADO B - LEVANTEI-ME DO CHÃO é uma versão reduzida e simplificada estética e tecnicamente do espetáculo LEVANTEI-ME DO CHÃO de Carlos Marques, estreado em Outubro de 2015.

Levantei-me do chão é um concerto-teatral capaz de se adaptar a vários espaços. Construído inicialmente para teatros, tem sido apresentado em diversos locais sempre em itinerância, sofrendo várias adaptações. Neste momento existem duas versões: A versão integral LEVANTEI-ME DO CHÃO; e a versão B, o LADO B, como se de um vinil ou de uma cassete se tratasse, que poderão ver e ouvir nesta proposta.

O LADO B é um concerto informal, onde se contam algumas das histórias do livro Levantado do Chão de José Saramago e cantam-se músicas inspiradas pelo mesmo e pelos grandes canta autores portugueses: Zeca, Zé Mário, Fausto, Sérgio Godin-ho... entre tantos outros.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

 

/CRIAÇÃO, COLAGEM DE TEXTOS, COMPOSIÇÃO MUSICAL e INTERPRETAÇÃO › Carlos Marques /COMPOSIÇÃO MUSICAL › João Bastos

/VÍDEO › Rodolfo Pimenta

/FOTOGRAFIA › Município de Montemor-o-Novo

/PRODUÇÃO › Trimagisto

/Duração › Aprox. 45 minutos

/Público Alvo › Público em geral

30 de outubro - sábado
15,00h | A tartaruga e o menino do mar por Margarida Botelho e Ana Sofia Paiva M/3
CMMN
Cinteatro Curvo Semedo - Salão Nobre

Sinopse

Numa ilha distante, no princípio do mundo, nasceu um menino que, em troca da prosperidade eterna dos homens, foi entregue à grande tartaruga, guardiã do mar e dos seus mistérios profundos. A história, narrada com voz de sal e ondulada com desenho vivo, acompanhará os sete anos de aventura crescente deste menino. Cada ano de vida será um mergulho até ao deslumbrante e enigmático reino do fundo mais fundo do oceano. Um conto da tradição oral dos povos insulares, agora reinventado na costa atlântica para reencontrarmos, juntos, os caminhos do mar.

 

FICHA TÉCNICA E ARTíSTICA

Criação de Ana Sofia Paiva e Margarida Botelho
Dramaturgia e Narração Ana Sofia Paiva
Ilustração ao vivo e Cenografia Margarida Botelho

Fotografias: Mário Rainha Campos

Colaboração Científica: Biólogas Mónica Albuquerque (EMEPC) e Ana Pêgo (Plasticus Maritimus)

Encomenda do CCB/Fábrica das Artes - Ciclo No Fundo Portugal é Mar

31 de outubro - domingo
16,00h | O Vendedor de Cacetadas por cia. Era Uma Vez M/6
Alma d'Arame
Centro Cultural de Silveiras

 

Sinopse

Nada melhor que as palavras de Duranty para justificar a vontade de fazer esta encenação: "O vendedor de cacetadas é um comerciante leal, representa sobretudo o chamado intermediário, um agente: trabalha por conta de outrem. Metade do mundo não só ri da outra metade mas faria tudo para que levassem umas cacetadas, assim alguns Arlequins pudessem oferecer, de maneira séria, os seus serviços às pessoas bem intencionadas em relação umas às outras. Arlequim é neutro e é consciencioso no negócio, ou melhor, nos negócios. Comporta-se com uma prudência testada. Só num caso desesperado é que resolve tomar a iniciativa como agente de troca de cacetadas, e quando faz fortuna e percebe que atraiu sobre si a ira universal começa a revoltar-se contra os maus instintos dos seus semelhantes e a bater nos seus irmãos sem motivo, unicamente para lhes ensinar a não fazerem aos outros o que eles não querem que lhes façam a eles".

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Tradução e encenação José Carlos Alegria

Manipulação José Carlos Alegria, Carlos Miguel Meira Alegria e Ana Margarida Meira Alegria

Construção de bonecos José Carlos Alegria e Ana Margarida Meira Alegria

Cenários e adereços José Carlos Alegria e Carlos Miguel Meira Alegria

Guarda-roupa e panejamentos Ana Maria Pereira Alves Meira

Composição musical Carlos Miguel Meira Alegria

Desenho de luz Carlos Miguel Meira Alegria

Apoio Fundação Eugénio de Almeida

31 de outubro - domingo
16,00h | Lançamento do Edição “Hans, o Cavalo Inteligente + Voluntário 22” e apresentação do filme “Zona- 3ª Parte”
Projeto Ruínas
Cineteatro Curvo Semedo

Lançamento da Edição “Hans, o Cavalo Inteligente + Voluntário 22” e apresentação do filme “Zona- 3ª Parte”

O Projecto Ruínas deu, em 2017, o primeiro passo na concretização de um projecto antigo – a edição dos textos levados a cena ao longo dos 20 anos de criação.

Com o objectivo de fixar o património textual criado por Francisco Campos, e divulgar o trabalho desenvolvido a um público mais abrangente, a edição de 2021 - “Hans, o Cavalo Inteligente + Voluntário 22” - é o quinto livro que apresentamos.

Trata-se duma compilação de dois textos - “Hans, o Cavalo inteligente” (2007), a história que nos transporta para o início do século vinte, sobre um homem que ensina ao seu filho, que acredita ser um cavalo, alguns truques que possa rentabilizar em feiras e freakshows; “Voluntário 22” (2007), um projecto baseado no estudo desenvolvido na universidade de Yale, no princípio dos anos sessenta, por Stanley Milgram: The Obedience Experiment, uma ficção, não uma cópia do que se passou em Yale, em Maio de 1962, embora alguns factos se repitam nas duas experiências, na real e na ficcionada...

Nesta ocasião, o Projecto Ruínas apresenta também “Zona – 3ª Parte”. A partir de relatórios médicos verdadeiros e ficcionados, contam-se histórias das pessoas vítimas de patologias, maleitas e infecções de todo o tipo. Zona debruça-se ligeiramente sobre a pandemia. No contexto pandemémico em que vivemos, tendo em conta as oscilações de restrições à actividade em sala de espectáculos, decidimos criar, no início deste ano, um vídeo a partir do material da sinopse que por sua vez se baseia no espectáculo estreado em 2020, Zona 2 parte.

Entrada Livre

Organização e Apoios


sp1
sp2
sp3
sp4
sp5
sp6
sp7
sp8
sp9
sp10
sp11
sp12
sp13
sp14
sp15